# Media Paz > Instituto de Mediação ## Posts - [O impacto da Comunicação Consciente no ambiente escolar](https://mediapaz.com.br/o-impacto-da-comunicacao-consciente-no-ambiente-escolar/): Por Drica Reis A Comunicação Consciente é um processo que busca a forma autêntica de expressarmos sentimentos, necessidades e limites para gerarmos entendimento e conexão. Por que consciente? Porque, dependendo como nos expressamos, a nossa fala pode ser tornar violenta e disfuncional. Isto acontece geralmente quando não temos consciência de nós mesmos. Por isso, conhecer como está nosso campo interior é essencial para sabermos o que precisa ser comunicado. lém disso, o analfabetismo emocional: negação das nossas emoções, também prejudica a forma como nos comunicamos. Sendo assim, repetir padrões de comunicação como estes não contribui para que nossas relações se tornem melhores, tanto a relação com a gente mesmo, quanto com o outro. Esta falta de consciência sobre o outro e os seus contextos pode impactar negativamente a nossa fala, sendo fundamental cultivar a responsabilidade afetiva. Como? Observando o impacto do que falamos para ir ajustando o discurso e gerando conexão ao invés de desconexão, principalmente tendo empatia com a bagagem emocional. Portanto, ter consciência de nós mesmos e do outro são os pré-requisitos para uma comunicação mais consciente. Segundo a linguista Viviane Araújo, estudiosa deste assunto e fundadora do Instituto TeApoio, por meio de vivências e pesquisas chegou à seguinte conclusão: o que adiantaria dar cursos dizendo quais são os passos para se comunicar melhor se, nos momentos de conflitos ou crises, a pessoa vai acessar e usar tudo aquilo que aprendeu na infância, sua bagagem interna e suas feridas, especialmente quando as emoções estão mais intensas. A partir deste entendimento, antes de aplicar técnicas para uma boa comunicação, ela colocou em prática a atividade da Árvore Relacional, dando início ao processo de Comunicação Consciente. Esta atividade foi inspirada numa prática desenvolvida pela africana Nicazelo Nicubi, usada para que as crianças em situação de vulnerabilidade, pertencentes a uma ONG da qual fazia parte, pudessem se expressar melhor, entrar em contato com suas habilidades e falar sobre si através do desenho de uma árvore. Viviane Araújo aprofundou esta atividade e chamou de Árvore Relacional, acrescentando a base teórica da biografia humana, onde é feita uma imersão em nossa própria história para identificar padrões aprendidos que continuam sendo replicados. Evidenciando também aspectos que influenciam os sentimentos e o nosso discurso. Como diz Laura Gutman: “Quando olhamos a totalidade de uma trama podemos compreender a atualidade”, autora do livro: O que aconteceu na nossa infância e o que fizemos com isso? A atividade acontece da seguinte forma: o participante desenha uma árvore e, para cada parte da árvore, o mediador traz perguntas potentes para refletir e escrever, registrando e resgatando memórias. São perguntas que nos levam a entender como o discurso da nossa família, educadores ou cuidadores, unidos às nossas ações diante disso, foram fazendo ser quem somos: resultados de experiências coletivas e da educação que recebemos. Desde as raízes que representam o entendimento que temos de onde viemos, dos padrões relacionais que levamos no percurso da vida, até as semente e frutos que são representados pela escolha do nosso tipo de comunicação para o mundo. Depois deste processo de autoexame e escrita, são aprendidas técnicas e ferramentas a serem aplicadas no dia a dia, como a escuta ativa empática e o método da Comunicação Não Violenta, desenvolvido pelo psicólogo Marshall Rosemberg. O processo da Comunicação Consciente aplicado aos profissionais da educação é de grande valia, sendo que quando voltamos este olhar sobre nossos próprios padrões relacionais, o olhar para o outro e para o que ele precisa também muda, pois sabemos que todo comportamento inadequado traz com ele necessidades não atendidas. Como educadores, transmitir conhecimento, orientar e resolver conflitos, saindo do modo automático de defesa ou ataque e quebrando ciclos de violência, por meio de uma comunicação empática e uma escuta ativa, torna o aprendizado mais efetivo e consequentemente um ambiente mais conectado, onde vínculos são essenciais para o crescimento intelectual e socioemocional do aluno. Diferentemente de ambientes onde o medo, a culpa e a vergonha são os mecanismos para se conseguir respeito e atenção. Crianças que tem este apoio do adulto consciente, o qual possibilita espaço para ela questionar e se expressar, desenvolvem melhor a sua comunicação. Portanto, conscientizar estes profissionais quanto ao impacto e responsabilidade de sua comunicação sobre o outro e nos processos de aprendizado abrirão novos horizontes, permitindo relações mais empáticas, saudáveis e consequentemente maior sucesso nos projetos. Fontes: ARAÚJO, Viviane. Curso Comunicação Consciente. Instituto TeApoio. Rio de Janeiro, 2020. GUTMAN, Laura. O que aconteceu na nossa infância e o que fizemos com isso. Tradução: Mariana Corullón. Rio de Janeiro: Best Seller, 2020. B. ROSEMBERG, Marshall. Comunicação Não Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. Tradução: Mário Vilela. São Paulo: Ágora, 2006. FABER, Adele e MAZLISH, Elaine. Como falar para o seu filho ouvir e como ouvir para o seu filho falar. Tradução: Adri Dayan, Dina Azrak, Elizabeth C. Wajnryt. São Paulo: Summus, 2003. - [O Círculo de Construção de Paz nas escolas: etapas, habilidades trabalhadas e hipóteses de utilização](https://mediapaz.com.br/o-circulo-de-construcao-de-paz-nas-escolas-etapas-habilidades-trabalhadas-e-hipoteses-de-utilizacao/): Por Maria Regina Bianco Dourado  Dando sequência ao artigo publicado em 21/10/21, neste mesmo site do Instituto Mediapaz, falaremos sobre as etapas do Círculo de Construção de Paz e as habilidades trabalhadas, bem como as diversas situações em que sua utilização poderá ocorrer no cotidiano escolar. No texto anterior ressaltamos a importância de disponibilizar nas escolas o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, além de criar espaços que propiciem o exercício frequente e regular do diálogo.O Círculo de Construção de Paz apresenta-se como uma ferramenta de extrema utilidade para as escolas, sendo um “processo estruturado para organizar a comunicação em grupo, a construção de relacionamentos, tomada de decisões e resolução de conflitos de forma eficiente”¹. O Círculo possui alto potencial para o desenvolvimento pleno do indivíduo, por possibilitar a construção e o fortalecimento de relacionamentos, além da melhoria da convivência, criando um clima escolar saudável e uma conexão que pode ser traduzida no sentido de vinculação, de pertencimento e de cuidado, com repercussões no aprendizado global, tanto a nível social quanto cognitivo. O Círculo, portanto, possui caráter pedagógico. O Círculo de Construção de Paz inicia-se pela cerimônia de abertura, que marca a presença integral dos participantes em um espaço diferenciado de diálogo. Nessa etapa, trabalha-se o foco e a concentração, altamente benéficos na contemporaneidade, em que as pessoas estão dispersas em meio a uma avalanche de informações inadequadamente processadas. Por outro lado, a configuração do Círculo, aliada ao cerimonial de abertura, ajuda a distensionar, segundo entendimento do professor Guilherme Nogueira, que analisou os Círculos de Construção de Paz à luz da neurociência: “Ao retirar a tensão das pessoas, atenua-se o nível de estresse e abre-se o canal de observação, de comunicação e da qualidade de responsividade comportamental, propiciando, ainda, a flexibilidade cognitiva”². Nas etapas de valores e diretrizes, exercita-se a noção de consenso, de participação, de confiança e de colaboração. Nas rodadas de contação de histórias, os participantes têm a oportunidade de identificar e lidar com sentimentos e emoções e desenvolver a empatia, reflexão, compreensão e conexão.Quando o Círculo tomar decisões, essa etapa desenvolve a capacidade de construir soluções, resolver problemas, partilhar responsabilidade e desenvolver a criatividade. E a cerimônia de encerramento simboliza o fechamento do Círculo e destina-se ao reconhecimento dos esforços nele obtidos, à afirmação da interconectividade dos participantes, gerando um sentido de esperança para o futuro e preparando os participantes para retornarem ao espaço comum de suas vidas. Além disso, no decorrer de todo o processo circular, os participantes têm igual oportunidade de ouvir e de serem ouvidos. O objeto da palavra chegará a todos no Círculo, sem distinção. Temos aqui o exercício das habilidades da escuta, da igualdade, da paciência, do respeito e do autocontrole. Desenvolvem-se, ainda, os sentimentos de pertencimento e de reconhecimento ao legitimar e validar a fala de todos. O Círculo também trabalha na construção de relacionamentos mediante o exercício da convivência, da cooperação, da partilha de poder, significando um verdadeiro aprendizado social. Todas essas habilidades estão em consonância com a Base Nacional Comum Curricular. São inúmeras as hipóteses de aplicação do “Círculo de Construção de Paz”, destacando-se as seguintes situações: estimular a conversa sobre variados temas, fortalecer vínculos, identificar fontes de apoio, tomar decisões (muito útil para reuniões de gestores, docentes e alunos, reuniões de pais, reuniões de Grêmios estudantis e Conselhos de Escola, entre outros), definir metas, projetos e atividades, fixar valores e combinados em salas de aula, celebrações, trabalhar conteúdos pedagógicos e, por fim, tratar de conflitos em geral. Estas são apenas algumas possibilidades. Um ponto a ser ressaltado é que o Círculo deve ser conduzido por um facilitador capacitado.Cada escola deverá encontrar a maneira mais adequada para utilizar o Círculo no seu contexto. A incorporação dessa potente ferramenta pode se dar de forma gradual, através de círculos de sensibilização, para apresentar a ferramenta a todos os membros da comunidade escolar. O fundamental, todavia, é praticá-lo com regularidade, a fim de que possam ser auferidos todos os benefícios que o processo circular proporciona. ¹ BOYES-WATSON, Carolyn; PRANIS, Kay. No coração da Esperança-Guia de Práticas Circulares. Tradução de Fátima De Bastiani. Rio Grande do Sul: Escola Superior da Magistratura da AJURIS, 2011. p.35² BIANCO DOURADO, Maria Regina. “Processos Circulares no Contexto Escolar”. In: SOARES, Ângela Mathylde; FELIPETTO, Silvana Cordeiro (Orgs.), Tratado de Mediação de Conflitos Escolares, Rio de Janeiro. Editora Wak. 2021. p.132 ​BIANCO DOURADO, Maria Regina. “Processos Circulares no Contexto Escolar”. In: SOARES, Ângela Mathylde; FELIPETTO, Silvana Cordeiro (Orgs.). Tratado de Mediação de Conflitos Escolares. Rio de Janeiro. Editora WAK, 2021BOYES-WATSON, Carolyn; PRANIS, Kay. No coração da Esperança-Guia de Práticas Circulares. Tradução de Fátima De Bastiani. Rio Grande do Sul: Escola Superior da Magistratura da AJURIS, 2011PRANIS, Kay- Processos Circulares de construção de paz. São Paulo: Editora Palas Athena, 2019 - [Como exercitar o diálogo nas escolas?](https://mediapaz.com.br/como-exercitar-o-dialogo-nas-escolas/): Por Maria Regina Bianco Dourado – Advogada, mediadora e facilitadora de Círculos de Construção de Paz Abordamos em nosso artigo anterior, publicado no site do Instituto Mediapaz, no dia 28/09/21 o importante papel da escola na prevenção do suicídio, principalmente no que tange à detecção precoce de vulnerabilidades e de situações que podem apresentar risco à saúde e integridade de crianças e adolescentes. Sabemos que se trata de um tema difícil e complexo, mas é necessário falar sobre ele, não somente no mês de setembro, mas durante todo o ano. Ressaltamos, ainda, a necessidade de disponibilizar no ambiente escolar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, além de fornecer espaços que propiciem o exercício frequente e regular do diálogo. O Círculo de Construção de Paz apresenta-se como uma ferramenta de extrema utilidade para as escolas.Cuida-se de um processo intencionalmente criado, que organiza o diálogo em grupo de uma forma estruturada, leve e muito eficiente, constituindo um importante espaço de expressividade, tão necessário nos dias atuais, fortemente marcados pela dificuldade de falar e escutar. A metodologia, sistematizada por Kay Pranis*, alia tradições ancestrais a conceitos contemporâneos de democracia e de inclusão fundamentando-se em sete pressupostos centrais: O Círculo de Construção de Paz efetivamente poderá contribuir para o desenvolvimento das competências acima mencionadas, representando uma poderosa ferramenta para o necessário exercício do diálogo, além de preparar todos os integrantes da comunidade escolar, sem exceção, para a construção e o fortalecimento de relacionamentos saudáveis e para uma convivência mais harmônica e pacífica.Resgatar a capacidade de dialogar é urgente! Em nosso próximo artigo falaremos sobre as etapas do Círculo de Construção de Paz e as habilidades trabalhadas em cada uma delas, bem como sobre as diversas situações em que sua utilização poderá ocorrer no cotidiano escolar. *Kay Pranis é instrutora de Círculos de Construção de Paz e Justiça Restaurativa e autora de obras sobre o assunto. Atuou como planejadora de Justiça Restaurativa para o Departamento Correcional de Minnesota, EUA, de 1994 a 2003 Referências:Base Nacional Comum Curricular- disponível em http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em 11/10/21BOYES-WATSON, Carolyn; PRANIS, Kay. No coração da Esperança-Guia de Práticas Circulares. Tradução de Fátima De Bastiani. Rio Grande do Sul: Escola Superior da Magistratura da AJURIS, 2011PRANIS, Kay. Processos circulares de construção de paz. São Paulo: Editora Palas Athena, 2019 - [Setembro Amarelo: O que isso tem a ver com as escolas?](https://mediapaz.com.br/setembro-amarelo-o-que-isso-tem-a-ver-com-as-escolas/): Maria Regina Bianco Dourado: conciliadora, mediadora e facilitadora de Círculos de Construção de Paz Setembro é o mês mundial de prevenção do suicídio, também denominado de Setembro Amarelo. Trata-se de uma campanha que tem por objetivo conscientizar as pessoas acerca dessa temática tão complexa e multicausal, que tira tantas vidas todos os anos ao redor do mundo. O assunto ainda enfrenta preconceitos e falta de informação. Na realidade, o tema da morte é difícil de enfrentar, de modo geral, para a grande maioria das pessoas. O movimento teve início nos Estados Unidos. Em 1994, Mike Emme, com apenas 17 anos, cometeu o suicídio. Mike possuía um Mustang 68 e o pintou de amarelo, passando a ser conhecido como “Mustang Mike”. No dia do funeral de Mike, uma cesta com cartões e fitas amarelas presas à eles foram confeccionados pelos amigos de Mike, estava disponível para quem quisesse pegar e continham a mensagem: “Se você precisar, peça ajuda”. Logo depois, os cartões se espalharam pelos Estados Unidos e em poucas semanas começaram a aparecer cartas de adolescentes que buscavam ajuda. A fita amarela foi, então, escolhida como símbolo do programa que incentiva àqueles que têm pensamentos suicidas a buscar ajuda. Em 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia 10 de setembro como o “Dia Mundial da Prevenção do Suicídio” e o amarelo foi a cor escolhida para representar o movimento. No Brasil, o Setembro Amarelo é uma campanha promovida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e pelo Centro de Valorização da Vida (CVV). Alguns dados estatísticos nos ajudam a verificar que o suicídio continua sendo uma das principais causas de morte em todo o mundo, de acordo com as últimas estimativas da OMS, publicadas no dia 17.06.21, no relatório “Suicide in the world” – Global Health Estimates (2019), figurando como um grave problema de saúde pública global. Em 2019, mais de 700 mil pessoas morreram por suicídio. Entre os jovens de 15 à 29 anos, o suicídio é a segunda principal causa de morte (Fonte: Organização Panamericana de Saúde). No Brasil, segundo dados do Boletim Epidemiológico¹ divulgado pelo Ministério da Saúde em 2017, no período de 2011 a 2015 foram registrados 55.649 óbitos por suicídio, com uma taxa geral de 5,5/100 mil habitantes.Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2021², divulgado em julho de 2021, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revelam que o número de suicídios no Brasil em 2020 foi de 12.895. De modo geral, suicídios são planejados e as pessoas dão sinais. É fundamental reconhecer estes sinais e ofertar apoio e assim começar um caminho de superação do sofrimento. Falar sobre o assunto é extremamente importante justamente para que possamos reduzir o número de pessoas em vulnerabilidade. Fatores de Risco É preciso estar alerta aos diversos fatores que podem apresentar risco e aumentar as chances de alguém ter pensamentos e tentativas suicidas. Os transtornos mentais como: a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias, figuram como os principais, totalizando cerca de 96,8% dos casos de suicídio. Outros fatores desencadeantes são: a falta de vínculos sociais e familiares, as perdas, o estresse agudo ou crônico decorrente de negligência, abusos e violências diversas, os preconceitos como o racismo, o capacitismo, a gordofobia, a LGBTfobia, além do bullying e do cyberbullying, entre outros. É preciso alertar, todavia, que a ocorrência pura e simples de algum ou alguns desses fatores, não acarreta necessariamente o suicídio. Cada ser humano é um ser único e reage a essas ocorrências de forma diferenciada. A pandemia do novo coronavírus acarretou, por sua vez, o isolamento social, o luto, perdas e a mudança repentina da rotina das pessoas. Sendo assim, aumentou também a quantidade de quadros depressivos, do uso de álcool e de drogas, ansiedade, pânico, estresse e do chamado burn out.E como as escolas podem atuar na prevenção do suicídio?A escola ocupa um papel fundamental na prevenção do suicídio. Ela é um espaço de aprendizado universal e de socialização mais importante depois da família. A escola integra o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, a ela incumbindo a proteção contra a violação de direitos das crianças e dos adolescentes. Ela se constitui em um ambiente no qual, em geral, são detectadas precocemente situações de risco ou vulnerabilidade, envolvendo crianças e adolescentes, podendo reconhecer, consequentemente, situações que exigem intervenção. Sabemos que alguns alunos vivenciam infelizmente, dinâmicas familiares disfuncionais e situações de violência cotidiana com abusos, negligência, preconceitos, bullying e cyberbullying. Além disso, incumbe às escolas promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate à todos os tipos de violência, especialmente a intimidação sistemática (bullying), de acordo com a Lei Antibullying n° 13.185/15 e também garantir a observância das competências da Base Nacional Comum Curricular, especialmente a de nº 9 que dispõe sobre o exercício da empatia, do diálogo, da resolução de conflitos e da cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. Nesse contexto, quando pensamos em crianças e jovens, o ambiente escolar pode fazer toda a diferença na prevenção do suicídio e impactar, sobremaneira, na promoção de apoio emocional. O clima escolar saudável é essencial para todos os integrantes desta comunidade. É importante que todos se sintam pertencentes àquele espaço, valorizados e atendidos em suas necessidades, conectados uns com os outros e em relacionamentos saudáveis. A escola precisa concentrar esforços, acima de tudo, nas ações de prevenção, sabendo identificar não somente comportamentos de risco que possam acarretar transtornos mentais, mas também oportunizar espaços seguros para que os alunos e demais integrantes da comunidade escolar possam desenvolver habilidades socioemocionais para nomear e expressar emoções e sentimentos, exercitar o diálogo, a cooperação, a escuta, a empatia e o acolhimento. Todas essas ações acabam por contribuir para a gestão positiva dos conflitos que ocorrerem no contexto escolar e, também, para a diminuição do bullying e cyberbullying, situações graves e muito frequentes na escola. Saber administrar positivamente - [Livro "tratado de mediação de conflitos escolares"](https://mediapaz.com.br/livro-tratado-de-mediacao-de-conflitos-escolares/): Com prazer apresentamos o lançamento do livro “Tratado de Mediação de Conflitos Escolares” tendo como coautora a fundadora do Instituto MediaPaz, Dra. Cristiane Sabino Spina (clique na imagem para ver o livro) - [A importância da inserção da Mediação de Conflitos no ambiente educacional](https://mediapaz.com.br/a-importancia-da-insercao-da-mediacao-de-conflitos-no-ambiente-educacional/): Acredito que as novas gerações já devem ser capacitadas e treinadas para resolverem seus conflitos de uma forma mais harmônica e pacífica desde crianças. Por isto, as práticas da Mediação devem ser iniciadas nas escolas, tanto pela formação de professores, como de alunos, com as técnicas e dinâmicas que propiciem um convívio harmônico e a cultura do diálogo e da paz. Hoje, vivemos em uma sociedade em crise moral, ética, política e educacional. Com grandes diferenças sociais, raciais, étnicas, religiosas, de orientações sexuais e de formas de convívio familiares. A escola é uma “mini sociedade” e, como tal, reflete estes conflitos e problemas em seu contexto diário, influenciando na forma como as crianças irão encarar o mundo e o seu futuro pessoal e profissional. Formando, assim, a nova geração de adultos, num ciclo que sempre se renova e faz parte da vida. Ao conviver na escola, nesta “mini sociedade”, a criança, assim como num caderno em branco, vai escrevendo e construindo seu conhecimento, experiências, sentimentos, valores, crenças e hábitos. A escola não deve ser somente o local onde a criança aprende Matemática, Português, Biologia, Geografia, entre outras matérias exigidas na grade curricular. Ela também deve ser o local onde se aprende a conviver com outras pessoas, a ser protagonista de sua própria vida, e a ter uma boa autoestima, sempre respeitando às diferenças de raça, sexo e religião. Precisamos empoderar nossas crianças e ensiná-las a lidar com as diferenças. Para isso, nada melhor do que as técnicas e ferramentas da mediação, que irão ajuda-las a entender e resolver melhor os seus conflitos internos e externos. Todos que vivemos em sociedade vivenciamos o conflito. O jovem, por exemplo, tem que optar entre:-Assistir e prestar atenção nas aulas ou em “zoar” e ficar atrapalhando seus colegas na sala de aula.-Fazer suas lições de casa e estudar ou ficar só nas redes sociais e jogando vídeo games.-Experimentar o fumo, o álcool e as drogas ou falar não a estes vícios… São escolhas diárias e feitas a cada instante de suas vidas e que irão refletir no futuro deles.As técnicas e ferramentas da Mediação auxiliarão essas crianças e a escola a lidarem e gerenciarem melhor seus conflitos entre os alunos, professores, coordenadores, funcionários, pais e famílias. A escola que adota uma formação e implantação de programas de mediação e capacitação de professores e alunos mediadores verá que o clima escolar e o convívio melhorarão consideravelmente! O bullying é outro grave problema que poderá também ser prevenido e evitado com a cultura do diálogo, do respeito, da empatia, da resolução pacífica de conflitos; olhando pelo ponto de vista do outro, fazendo uso de práticas conciliatórias e de círculos restaurativos. Uma das maiores causas de evasão escolar e perda de alunos é a questão do bullying. Várias escolas perdem alunos todos os anos por não saberem prevenir, evitar e solucionar casos de bullying. Além disso, transtornos psicológicos, problemas de saúde e até, infelizmente, crimes e suicídios praticados por pessoas que sofreram bullying, são consequências deste problema. Desta forma, a Mediação auxilia a escola a desempenhar o seu papel de formadora de seres humanos mais dignos, éticos e compromissados com o bem comum e com o meio ambiente, contribuindo para novas possibilidades e configurações das relações humanas e para uma sociedade mais JUSTA e ÉTICA. *Advogada, pós-graduada em Direito do Consumidor e pós graduanda em Mediação, Conciliação e Arbitragem, conciliadora judicial do TJ/SP e extra judicial do PACE, mediadora privada em Câmaras. Professora e palestrante na área da mediação escolar e dos círculos restaurativos em escolas públicas e particulares. - [Leis e resoluções](https://mediapaz.com.br/leis-e-resolucoes/): Principais leis que dispoêm sobre o uso da mediação como um dos métodos adequados de solução de conflitos.Lei Anti bullying​ LEI Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015Dispõe sobre a mediação entre particulares como meio de solução de controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública; altera a Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997, e o Decreto no 70.235, de 6 de março de 1972; e revoga o § 2o do art. 6o da Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997. LEI Nº 13.185, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2015.Institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying). LEI Nº 13663 DE 14/05/2018Altera o art. 12 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir a promoção de medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência e a promoção da cultura de paz entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino. LEI Nº 16.134, DE 12 DE MARÇO DE 2015(Regulamentada pelo Decreto nº 56.560/2015)DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE COMISSÃO DE MEDIAÇÃO DE CONFLITOS – CMC NAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DA CIDADE DE SÃO PAULO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 6.132, DE 21 DE MARÇO DE 2019DISPÕE SOBRE A IMPLANTAÇÃO DAS TÉCNICAS DE JUSTIÇA RESTAURATIVA NA RESOLUÇÃO DOS CONFLITOS OCORRIDOS NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE VILA VELHA. - [Que tal mediar os conflitos na escola e prevenir o Bullying?](https://mediapaz.com.br/que-tal-mediar-os-conflitos-na-escola-e-prevenir-o-bullying/): O conflito faz parte de nosso dia a dia, tanto o nosso conflito pessoal interno, como os conflitos externos com outras pessoas, originados de nossos relacionamentos familiares, de trabalho, na escola, na comunidade, na faculdade e demais ambientes que frequentamos. Normalmente encaramos o conflito como algo ruim, desgastante, que só poderá ser resolvido por meio de discussões, brigas, desentendimentos e na maioria das vezes recorrendo ao Judiciário para solucioná-los.Mas, aos poucos a sociedade vem mudando e várias formas de solucionar os conflitos foram surgindo, entre elas os métodos de resolução pacifica de conflitos, podendo destacar entre eles: a negociação, a conciliação e a mediação. A mediação de conflitos como método formal para resolver ou solucionar controvérsias, difundiu-se a partir da década de 60, nos Estados Unidos, sendo já utilizado informalmente pelos seres humanos há muito tempo, com a intervenção de uma terceira pessoa para ajudar na negociação de interesses. Este método é muito comum no Direito, já que junto com a arbitragem e a conciliação, tornou-se uma forma alternativa de resolver impasses, em que os envolvidos chegam a um acordo mútuo que satisfaça suas necessidades. Podemos utilizar a mediação em diversas esferas e entre elas podemos citar a Mediação no âmbito educacional, aonde iremos nos ater neste momento. A mediação de conflitos escolares pretende contribuir para uma convivência mais harmônica, saudável, pautada no dialogo e na comunicação não violenta. As técnicas e ferramentas utilizadas auxiliam na construção do diálogo e na negociação de tomada de decisões, visando relações interpessoais mais confortáveis e duradouras, restabelecendo os vínculos e revelando os reais interesses das partes envolvidas. O objetivo do uso da mediação na resolução de conflitos escolares é fornecer à escola as ferramentas e alternativas para evitar que situações problemáticas do cotidiano se desenvolvam e atinjam um nível maior de violência. O uso de técnicas de mediação de conflitos pode melhorar a qualidade das relações entre os principais “atores” do ambiente escolar: entre eles os professores, alunos, pais, funcionários e diretores, melhorando desta forma o “clima escolar”. Consequentemente haverá uma diminuição da violência, do vandalismo, da evasão escolar e do bullying.Trará uma melhora nas relações entre os alunos, propiciando melhores condições para o bom desenvolvimento da aula, estimulando o autoconhecimento e o pensamento crítico, uma vez que o aluno é chamado a fazer parte da solução do conflito com autonomia, empatia e tolerância. Estas praticas quando bem aplicadas no ambiente escolar serão incorporadas e farão parte do patrimônio pessoal destas crianças e jovens ao chegarem na idade adulta. Penso que a mediação de conflitos no âmbito escolar é uma potente e viável ferramenta para solucionar e prevenir a evasão escolar, as brigas, os desentendimentos, os crimes e a violência, sendo também uma eficiente forma de prevenção e de combate ao “bullying”! ## Pages - [Confirmação de envio de formulario](https://mediapaz.com.br/confirma/): Obrigado! Agradecemos pelo envio do formulário e retornaremos o mais rápido possível! - [Artigos](https://mediapaz.com.br/artigos/): Artigos - [Cursos e Serviços](https://mediapaz.com.br/cursos-e-servicos/): NOSSOS SERVIÇOS Cursos, Mediação e Consultoria para Instituições de Ensino Soluções modulares e especializadas para escolas e universidades que desejam estruturar a gestão de conflitos, capacitar suas equipes e atender às exigências legais. Os serviços podem ser contratados de forma independente ou combinada, conforme a necessidade da instituição. Cada solução é desenhada para atender demandas específicas, sempre com foco na prevenção e no diálogo. Palestra de Sensibilização da Comunidade Escolar Indicada para gestores e professores, a palestra promove alinhamento conceitual e é a porta de entrada estratégica para instituições que desejam iniciar um processo estruturado de melhoria na convivência escolar. Gestão de conflitos no ambiente educacional Cultura de diálogo e responsabilidade institucional Prevenção de escaladas Papel da escola diante de situações sensíveis Formato presencial ou online, com conteúdo adaptado ao perfil da instituição. Módulos de Formação e Treinamento A instituição pode contratar módulos específicos conforme sua demanda, direcionados a professores, coordenação, funcionários e estudantes. Gestão de Conflitos na Prática — ferramentas de comunicação e condução de conversas difíceis Mediação Escolar — fundamentos técnicos, etapas e confidencialidade Práticas Restaurativas — estratégias de diálogo e responsabilização Protocolo Institucional — fluxos internos de registro e acompanhamento Formato presencial ou online, com conteúdo adaptado ao perfil da instituição. Consultoria Jurídica com Advogados Mediadores Advogados com formação em mediação atuam na condução técnica e imparcial de conflitos com riscos institucionais. O objetivo não é judicializar, mas conduzir de forma estruturada. Mediação em casos de inadimplência e mensalidades Mediação entre escola e famílias Mediação em casos de bullying entre alunos Facilitação de diálogos com respaldo jurídico Adequação às Leis Antibullying (Lei 14.811/2024) A Lei 14.811/2024 tipificou o bullying e cyberbullying no Código Penal, reforçando a necessidade de atuação preventiva das instituições. Implementar projetos de prevenção Capacitar professores e equipe administrativa Criar ou revisar protocolos internos Definir fluxos de registro e encaminhamento Profissionais integrados Abordagem equilibrada entre os aspectos pedagógicos, emocionais, institucionais e jurídicos. Screenshot Formas de Contratação Ação pontual Palestra ou módulo específico Consultoria por caso Para situações específicas Programa estruturado Protocolo e formação continuada Entre em contato Primeiro Nome: Sobrenome: E-mail: Telefone/Celular/Whatsapp (com DDD): Perfil Mediador(a)Bacharel em Direito/Advogado(a)Psicologo(a)/TerapeutaProfessor(a)Juiz(a)Mediador(a)Gestor EmpresarialGestor Escolar/PedagógicoOutro Cidade/Estado: Area de Interesse em Mediação: EscolarFamiliarCondominialEmpresarialTrabalhistaOutro Mensagem: Escreva sua mensagem ✓ Autorizo envio de e-mails pelo Mediapaz HP - [Mediação Educacional](https://mediapaz.com.br/mediacao-educacional/): PARA ESCOLAS Mediação de Conflitos para Escolas com método e confidencialidade O Instituto Mediapaz atua com mediação e gestão de conflitos no contexto escolar, ajudando a escola a conduzir situações sensíveis com método, imparcialidade e confidencialidade. Quando a escola procura o MediaPaz situações mais frenquentes Conflitos escolares são comuns, mas se tornam críticos quando se repetem, escalam ou geram insegurança na equipe. O Mediapaz entra quando a escola precisa de um caminho técnico, claro e sustentável. Conflitos entre alunos Provocações, exclusões, agressões, bullying e cyberbullying. Relação escola–família desgastada Comunicação rompida, reclamações recorrentes, perda de confiança. Casos disciplinares complexos Situações que exigem critério, registro e comunicação institucional. Conflitos entre equipe e gestão Desalinhamentos, tensões internas e desgaste relacional. Situações sensíveis e risco institucional Exposição, sofrimento psicológico, assédio moral e escaladas.   Sinais de Alerta: Quando a escola deve procurar apoio A equipe está “apagando incêndio” e os conflitos se repetem Há casos de bullying/cyberbullying e necessidade de prevenção e protocolo A comunicação com famílias deixou de funcionar Não existe fluxo claro de registro e encaminhamento Um caso exige um terceiro imparcial para facilitar o diálogo Como funciona o trabalho O trabalho pode ser pontual ou em formato de projeto, mas geralmente segue estas etapas:   Diagnóstico e alinhamento Levantamento do cenário, demandas, riscos e prioridades com a gestão. Protocolo e fluxo institucional Criação ou revisão de critérios, papéis, registros, encaminhamentos e comunicação. Mediações e facilitação Condução imparcial de casos selecionados e diálogos estruturados. Capacitação da equipe Treinamentos práticos: gestão de conflitos, mediação escolar, CNV, práticas restaurativas, prevenção ao bullying. Acompanhamento e sustentação Supervisão e ajustes para consolidar o protocolo e reduzir recorrência. Principais entregáveis Protocolo de gestão de conflitos Fluxo claro: quem aciona, quando, como registrar e como encaminhar. Protocolo de bullying cyberbullying Ações preventivas, critérios e procedimentos internos. Roteiros de comunicação com famílias Modelos e orientações para comunicação institucional responsável. Mediações e facilitação de diálogos Condução de casos selecionados com confidencialidade e imparcialidade. Treinamentos e módulos de formação Capacitação de professores, coordenação, funcionários e estudantes. Acompanhamento e supervisão Suporte para implementar e sustentar as práticas no dia a dia. Perguntas Frequentes Isso é para um caso pontual ou para um projeto institucional? Pode ser ambos. Quando há recorrência, o projeto institucional com protocolo e capacitação costuma gerar mais consistência. Existe confidencialidade? Sim. Trabalhamos com confidencialidade e combinados claros sobre o que é registrado e como a comunicação institucional será feita. Isso substitui medidas disciplinares? Não. Mediação e práticas de diálogo não eliminam normas e responsabilidades. Elas organizam a condução do conflito para reduzir escaladas e melhorar decisões e comunicação.   É terapia? Não. É mediação/facilitação e consultoria institucional para condução de conflitos e implantação de protocolos, com capacitação da equipe.   Vocês atendem presencial e online? Sim. O formato é definido conforme a realidade e a urgência da escola. O Mediapaz atua com bullying e cyberbullying? Sim. Atuamos com prevenção, capacitação, protocolos internos e condução estruturada de casos, alinhados às exigências legais aplicáveis. Pode ser ambos. Quando há recorrência, o projeto institucional com protocolo e capacitação costuma gerar mais consistência. Sim. Trabalhamos com confidencialidade e combinados claros sobre o que é registrado e como a comunicação institucional será feita. Não. Mediação e práticas de diálogo não eliminam normas e responsabilidades. Elas organizam a condução do conflito para reduzir escaladas e melhorar decisões e comunicação.   Não. É mediação/facilitação e consultoria institucional para condução de conflitos e implantação de protocolos, com capacitação da equipe.   Sim. O formato é definido conforme a realidade e a urgência da escola. Sim. Atuamos com prevenção, capacitação, protocolos internos e condução estruturada de casos, alinhados às exigências legais aplicáveis. Apoio completo para sua escola Prevenir e gerir conflitos, estruturar protocolos internos, capacitar equipes e conduzir casos complexos com imparcialidade. Sem compromisso, podemos agendar uma conversa para entender sua realidade. Primeiro Nome: Sobrenome: E-mail: Telefone/Celular/Whatsapp (com DDD): Perfil Mediador(a)Bacharel em Direito/Advogado(a)Psicologo(a)/TerapeutaProfessor(a)Juiz(a)Mediador(a)Gestor EmpresarialGestor Escolar/PedagógicoOutro Cidade/Estado: Area de Interesse em Mediação: EscolarFamiliarCondominialEmpresarialTrabalhistaOutro Mensagem: Escreva sua mensagem ✓ Autorizo envio de e-mails pelo Mediapaz HP - [Contato](https://mediapaz.com.br/contato/): Primeiro Nome: Sobrenome: E-mail: Telefone/Celular/Whatsapp (com DDD): Perfil Mediador(a)Bacharel em Direito/Advogado(a)Psicologo(a)/TerapeutaProfessor(a)Juiz(a)Mediador(a)Gestor EmpresarialGestor Escolar/PedagógicoOutro Cidade/Estado: Area de Interesse em Mediação: EscolarFamiliarCondominialEmpresarialTrabalhistaOutro Mensagem: Escreva sua mensagem ✓ Autorizo envio de e-mails pelo Mediapaz HP Vamos conversar? Estamos aqui para ouvir você. Entre em contato e agende uma conversa inicial sem compromisso. - [Realizações](https://mediapaz.com.br/realizacoes/): Realizações Eventos, prêmios e cursos que marcaram a trajetória do MediaPaz Próximo Evento Inscreva-se Parceria com a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo Eventos Realizados Certificados Cursos e Workshops Ministrados - [Sobre Nós](https://mediapaz.com.br/sobre-nos/): QUEM SOMOS Sobre Nós Conheça o Instituto MediaPaz e a equipe que trabalha pela cultura da paz e do diálogo. O Instituto MediaPaz foi idealizado pela Dra. Cristiane Sabino Spina, profissional com longa experiência em meios adequados de resolução de conflitos: mediação, conciliação, negociação, justiça restaurativa e círculos de paz e diálogo. Nossa Missão Disseminar a cultura da paz, do diálogo e da resolução pacífica de conflitos em nossa sociedade. O MediaPaz tem uma equipe multidisciplinar de profissionais experientes e capacitados para atuar como mediadores e na gestão de conflitos. Contamos com advogados, professores, psicólogos, pedagogos, assistentes sociais, entre outras formações. O nosso foco de atuação é em mediação nas áreas: educacional, familiar e empresarial. Visando sempre adequar cada tipo de conflito a uma especialidade e a um meio adequado que atenda as reais necessidades e interesses das partes envolvidas. Palestras e Cursos Realizamos palestras, cursos e eventos em São Paulo e outros Estados, divulgando ferramentas e técnicas de resolução de conflitos com sigilo, imparcialidade e autonomia das partes. Parceria Atuamos em parceria com a Mediata Soluções Técnicas em Mediação Ltda-Me, empresa privada, habilitada no Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo – NUPEMEC/TJSP para promover Curso de Capacitação de Conciliadores e Mediadores Judiciais de acordo com a Resolução n. 125/2010, e pela Enfam. Profissionais experientes e dedicados à cultura de paz e resolução de conflitos. Dra. Cristiane Sabino Spina Fundadora & Mediadora Lattes Linkedin Advogada, formada pela Universidade Mackenzie, Mestranda em Soluções Alternativas de Controvérsias Empresariais na Escola Paulista de Direito – EPD/SP., Pós-graduada em “Direito do Consumidor” pela EPM/SP e em “Mediação, Conciliação, Negociação e Arbitragem”, pela Faculdade Lusófona de SP, com Docência no Ensino Superior. Mediadora e Conciliadora Judicial, desde 2008, no TJ/SP (1° e 2° Instância). Com formação em Práticas restaurativas e circulares pelo IIRP (Internacional Institute for Restaurative Practices) e em Mediação Escolar pela Algi Mediação e pela APEP – Programas de Estudios de Postgrado de Buenos Aires (Argentina). Sócia fundadora do Instituto Mediapaz. Integrante do quadro de mediadores privados da Câmara Empresarial de Mediação e Arbitragem da Associação Comercial – CEMAAC, da Câmara Comercial Brasil Libano – CCBL e do Conselho Arbitral do Estado de São Paulo – CAESP. Professora da Mediata Soluções técnicas em Mediação, nos cursos de capacitação em conciliação e mediação. Formadora e palestrante em escolas públicas e privadas sobre bullying, violência escolar, mediação, praticas circulares. Professora convidada para realização de palestras,seminários e Webinars para Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Membro efetivo das Comissões: “OAB Vai à Escola” e “Soluções Consensuais de Conflitos”, da OAB Central/SP. Coautora nos Livros “Tratado de Mediação de Conflitos Escolares” – Editora Wak: Justiça: reflexões sobre caminhos além do Judiciário – Editora Cla O Caminho da Paz: O Brilho da Mediação, com o capítulo, “Mediação de conflitos: um convite para a cultura de paz nas escolas” – Editora Lisboa. Lattes Jussara Rodrigues Sartini Psicóloga e Mediadora Psicóloga clínica. Pós-graduada em Psicologia Clínica pela Unip (1990/1991). Terapeuta familiar; Mediadora familiar; Conciliadora nomeada pelo Fórum João Mendes Jr desde 2004 no setor experimental; Conciliadora do Cejusc Central de São Paulo desde 2011; Conciliadora do Pace desde 2008 até o momento, atuou como conciliadora na Unidade Avançada da Uninove -Vergueiro, até 2015. Responsável pela implantação do Pacet, em 2008 até 2009. Atuou, como conciliadora civil através da Ong Pró-Mulher na Defensoria Pública do Estado de São Paulo, unidade central em 2007 até 2008. Mediadora Internacional dos Países Lusófonos – ICFML, desde 2014, Instrutora pelo CNJ no Biênio 2014/2015, supervisora capacitada pelo Conselho Nacional de Justiça em 2013 (CNJ). Atuou no setor de mediação familiar do Fórum João Mendes Jr, nos anos de 2006 até 2015, Atua na 11ª Vara de Família e Sucessões e na 24ª Vara Cível do Fórum João Mendes Jr. Curso de Solução Pacífica de Conflitos pela AGU 250h(2017-2018)Formação de expositora em oficinas de parentalidade – 2019Formação em constelação familiar na USP-IPQ – 2019 ​Mariza Alves Affonso Advogada, Professora e Mediadora Fundadora da Conceptual Mediações Mediadora e conciliadora judicial do TJ/SP- Cadastrada no CNJ Surpervisora de mediação do tjsp- Mediadora privada nas Áreas: escolar/familiar/empresarial/condominial/ Cybermediadora pela ODR Latino América Conciliadora da justiça federal -TRF3 Idealizadora do projeto: “Vivência escolar no ambiente da conciliação da justiça federal TRF3” em 2019 Curso de oficina de divórcio e parentalidade – EPM Mediadora e conciliadora de idosos e portadores de deficiência- EPM Perita judicial -junho 2020 -curso beta Graduada em direito em 2016 pela universidade paulista Professora aposentada – magistério -1987 e cursou pedagogia (2003/2005) Curso de gestão e direito educacional -abed 2012 /2013 Curso de oratória com Gabriel Chalita Comunicadora Televisual no Canal Comunitário da TV Alphaville – 1999 Escola Panamericana de Artes – desenho artístico- básico 1982 Lattes ​Maria Regina Bianco Dourado Mediadora, Facilitadora de Prática Restaurativa Mediadora judicial capacitada pela Escola Superior de Advocacia da OAB/SP, cadastrada no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e no Conselho Nacional de Justiça (ConciliaJud), atuante nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania de Santana de Parnaíba e de Osasco. Mediadora extrajudicial integrante da banca de mediadores da Câmara de Mediação e Arbitragem Csviews. Facilitadora em processos circulares capacitada pela Escola Paulista da Magistratura. Atuação no Núcleo de Justiça Restaurativa de Barueri como facilitadora de práticas restaurativas. Expositora, em formação, de Oficinas  de Divórcio e Parentalidade, em atuação na Comarca de Barueri. Cadastrada na plataforma de registro mundial de cybermediadores da ODR Latinoamerica. Co-autora do livro “Mediação de Conflitos na Prática- Relatos de Casos Concretos”, da Editora Lumen Juris. Advogada. Experiência de 27 anos na área pública onde atuou no cargo de Procuradora do Município de São Paulo. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.  Lattes ​Dr. Helio Negreiros Penteado Filho Psicólogo, Advogado, Mediador e Professor Advogado colaborativo com formação Universitária em Direito na Pontifícia Universidade Católica PUC/SP em 1994. Mediador privado com experiência em gestão de conflitos e resoluções de disputas, qualificado em ADRs, sistemas de resolução de Conflitos e Negociações em - [Home](https://mediapaz.com.br/): GESTÃO DE CONFLITOS COM HUMANIDADE Transformamos conflitos em pontes de diálogo Há mais de uma década ajudando pessoas e organizações a encontrarem soluções pacíficas através da mediação, negociação e comunicação não violenta. Conheça nossos serviços Fale Conosco SOBRE O MEDIAPAZ Acreditamos no poder do diálogo O MediaPaz nasceu da crença de que todo conflito carrega em si a semente de uma oportunidade. Uma oportunidade de crescimento, de compreensão mútua e de construção de relações mais saudáveis. Empatia Ouvimos com atenção e respeito cada pessoa envolvida no processo. Colaboração Construímos soluções junto com as partes, nunca impostas. Imparcialidade Atuamos de forma neutra, garantindo equilíbrio no diálogo. Comunicação Facilitamos o entendimento através da escuta ativa. Nossa equipe é formada por mediadores certificados, advogados especializados e psicólogos que trabalham de forma integrada para oferecer um atendimento humanizado e eficaz. Atuamos nas áreas familiar, empresarial e educacional, sempre priorizando soluções que preservem as relações e promovam a paz. Como podemos ajudar você Oferecemos soluções personalizadas para diferentes tipos de conflitos, sempre com foco no diálogo e na construção de acordos duradouros. Atuação Principal: Mediação Educacional O Instituto Mediapaz é especializado na gestão e mediação de conflitos no contexto educacional, apoiando escolas e universidades na prevenção, condução estruturada e redução de riscos institucionais. Conheça mais sobre nossa atuação na Educação Atuamos com: Mediação de conflitos entre alunos Conflitos escola-família Capacitação de professores e equipes Adequação à Lei Antibullying (Lei 13.185/2015) Orientação diante da Lei 14.811/2024 Outras Áreas de Atuação Além da especialização no setor educacional, o Instituto Mediapaz também conta com mediadores experientes que atuam em contextos familiares e organizacionais. Mediação Empresarial Conflitos entre líderes e equipes Desalinhamentos estratégicos Conflitos entre sócios e empresas familiares Situações de assédio moral ou psicológico Rupturas de comunicação organizacional Treinamentos Corporativos Comunicação Não Violenta aplicada às empresas Gestão de conflitos organizacionais Dinâmicas de equipe e fortalecimento de lideranças Prevenção e gestão de assédio moral Mediação Familiar Conflitos familiares Empresas familiares Conflitos intergeracionais Organização de comunicação patrimonial e sucessória Maria Angélica Santos ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ Queridas profs. Cristiane e Jussara, amei demais esses três dias de curso e partilha, de vivências lindas, construção de conhecimento colaborativo, vivemos aqui a “aprendizagem” e “ensinagem”, adoro esses termos, assim como: “oratória” e “escutatória”. Precisamos aprender a escutar com atenção, acolhimento e amorosidade, o que não é fácil nos dias de hoje, mas é necessário. Ficou muito nítido que nossa turma comunga da mesma premissa; “é conversando que resolvemos os conflitos e a partir desses diálogos evoluímos enquanto indivíduos sociais que somos”. Só posso ser grata por estar com vocês e que possamos caminhar juntos. Gratidão. Angélica. Juliana Lopes Gonçalves Fêde Advogada e Mediadora de Conflitos ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ “Curso de qualidade, professoras qualificadas e excelente conteúdo. Recomendo!“ Eduardo Turiel do Nascimento Conciliador e Mediador Judicial do 1° Cejusc da Capital e 4a Vara de Família-TJ/Pa ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ “Adequado ao proposto, dialogado, propositivo e empaticamente bem ministrado com exposição de casos.” ​Cláudia das Dores Camargo da Silva Advogada, Facilitadora Circular ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ “O curso tem qualidade nos assuntos abordados e apesar de curto é bastante satisfatório, agregando conhecimento, experiências e um novo olhar para as questões escolares” Clientes Primeiro Nome: Sobrenome: E-mail: Telefone/Celular/Whatsapp (com DDD): Perfil Mediador(a)Bacharel em Direito/Advogado(a)Psicologo(a)/TerapeutaProfessor(a)Juiz(a)Mediador(a)Gestor EmpresarialGestor Escolar/PedagógicoOutro Cidade/Estado: Area de Interesse em Mediação: EscolarFamiliarCondominialEmpresarialTrabalhistaOutro Mensagem: Escreva sua mensagem ✓ Autorizo envio de e-mails pelo Mediapaz HP Vamos conversar? Estamos aqui para ouvir você. Entre em contato e agende uma conversa inicial sem compromisso. ## Optional - [Agent (MCP protocol)](websites-agents.hostinger.com/mediapaz.com.br/mcp) [comment]: # (Generated by Hostinger Tools Plugin)